SEMELHANÇAS ENTRE CHIMPANZÉS E NEGROS

Costumeiramente não costumo chamar negros de povo ou pessoa. Gosto de tratá-los de forma pura e verdadeira apelidando os “carinhosamente” de “animais”.
O negro é sem sombra de dúvida o elo perdido entre o ser humano e o macaco.

Não quero expor o lado genético da coisa, aonde as diferenças se tornam ainda mais gritantes. Quero propor simples exercícios de observação.

Observe ao seu redor, preferencialmente em grandes aglomerações de pessoas: Note que o povo negro procura sempre ficar a margem da aglomeração. Você pode notar que os mesmos sempre procuram cantos para se enfurnar ou locais para se encostar. Essa é uma característica natural do CHIMPANZÉS: Os mesmos preferem economizar energia e gastá-la somente para atos de violência ou alimentação.

Note também que quando negros estão aglomerados ou seja, reunidos em bandos, a tendencia é ficarem mais corajosos. Mudam bruscamente sua postura para algo mais ameaçador. Riem e falam alto sem medir pudor onde quer que estejam. Essa é outra característica clara comportamental dos CHIMPANZÉS: Preferencialmente vivem em bando e quando estão todos aglomerados gritam e fazem algazarra sem se importar com a ameaça de possíveis predadores no local.

Por fim e não menos importante, é nítida a similaridade de movimentos do negro e um CHIMPANZÉ: Note que os dois ao caminhar, preferem utilizar de certa malemolência / gingado ao invés do caminhar simples e ino quo no homem branco onde o objetivo é ir do ponto “A” ao ponto “B” sem se importar com a alegoria do movimento.

Diante desses três simples exercícios de observação, fica claro a similaridade do povo negro com CHIMPANZÉS.

 

FONTE ALTERNATIVA PARA CONTORNAR CENSURA DO JUDICIÁRIO: http://telegra.ph/SEMELHAN%C3%87AS-ENTRE-CHIMPANZ%C3%89S-E-NEGROS-04-12

Por quê a filha do dono da UniCarioca não estudou na faculdade do pai?

| Gabriel Niskier, filha do dono da UniCarioca, Celso Niskier estudou na PUCRJ e no IED SP | https://www.facebook.com/gabriela.niskier |

Veja bem meu caro leitor da UniCarioca, quero que neste artigo você não questione o que está escrito aqui e sim a judia – da alta burguesia – Grabriela Niskier, filha do dono da Unicarioca, que em vez de estudar na faculdade do pai, preferiu estudar design na mais conceituada academia de Design do Brasil, a IED São Paulo – Istituto Europeo Di Design.

Se tem algo que nós concordamos é que não gostamos de Judeus, veja que o historiador Adrian Goldsworthy descreve durante o cerco romano à Jerusalém em 70 d.c, “alguns civis [Judeus] que se renderam foram vistos recolhendo moedas de ouro das suas próprias fezes, as quais tinham engolido para evitar que fossem confiscadas por soldados de ambos os lados”. Agora eu pergunto a vocês, é confiável um povo que matou Jejus – um homem que nasceu entre eles eque pregava paz e amor ao próximo – e colhe moedas das próprias fezes? Não. Se você responder sim e usar argumentos de que eles eram inocentes, você não passa de um evangélico parasita que nunca viu o próprio rabo.

Não quero focar no problema Judeu  que muitos de vocês pensam que só ocorre na Palestina, quando na verdade esse problema abrange todo o globo de tal forma que as unhas judaicas presas na nossa UniCarioca não passam de uma mera agulha em um imenso palheiro – chamado Planeta Terra.

É inegável que o estado da nossa UniCarioca pareça o de uma SENZALA GIGANTESCA; infiltrações de água  por todos os lugares, fiações expostas, forros cheios de baratas, lâmpadas queimadas e cadeiras com ergonomia nenhuma. Esses aspectos da estrutura universitária somados ao grande número de negros que são submetidos a essas condições fazem a minha instituição ser apelidada como UniSenzala. Enquanto isso a nossa querida filha do dono judeu estuda na IED São Paulo, uma instituição privada de recursos invejáveis.

Por quê ela não estuda conosco na Zona Norte Carioca e compartilha os nossos mesmos problemas? Por DESPREZO.

Fora esse sentimento comum entre judeus eu descobri, pela árvore genealógica dela que a mesma – e seu pai – são descendentes diretos de judeus poloneses escravistas de negros, ou seja, não existe nada mais racista do que ela e a família Niskier inteira que governa e governará a UniSenzala para sempre. Apelo para deixarmos nossas diferenças políticas de lado e lutar contra esse inimigo comum, pelo menos na nossa instituição.

Aron Niskier tataravô do dono da UniCarioca e JUDEU COMERCIANTE DE ESCRAVOS POLONÊS

 

FONTE NÃO CENSURADA NO BRASIL: http://telegra.ph/Por-qu%C3%AA-a-filha-do-dono-da-UniCarioca-n%C3%A3o-estudou-na-faculdade-do-pai-02-14

 

Carnaval da UniCarioca: Um ótimo lugar para estuprar vagabundas drogadas e bêbadas

| Sim, ela vai estar lá hehehe e eu tenho uma proposta financeira para quem conseguir estuprar a Jéssica | https://www.facebook.com/poxajessica |
As estudantes da UniCarioca merecem ser estupradas e violentadas porque são em sua grande maioria feministas, pretas, usam drogas, tomam anticoncepcional e consomem álcool. Elas precisam ser disciplinadas para que se tornem submissas e dóceis.
Não apenas em grandes universidades, mas também em menores instituições particulares, são promovidos anualmente eventos esportivos universitários. E um deles é o carnaval da ATLÉTICA UNICARIOCA, evento que conta com pouco foco em competições, e sim com excessivo consumo de drogas e depravação entre alunos. Neste carnaval, vadias esquerdistas tem sua chance para agirem como foram programadas biologicamente: chupando rolas e participando de orgias que seus pais nem imaginam que estão financiando durante sua estadia.

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Quando foi que a UNICARIOCA deixou de pertencer à elite branca e passou a ser infestada por favelados, mulatos, negros cotistas, PROUNI e FIES?

https://www.facebook.com/tamires.almeida.967 |Trafica drogas na Unicarioca | Tamires Almeida | Contabilidade

Tem me incomodado muito o tipo de gente que vejo quando entro no campus da UNICARIOCA. Como meus pais e avôs diziam, antes a elite branca, gente bem-apessoada, de boa condição socio-econômica e educação refinada, habitavam a Universidade Carioca e tornavam-a um oásis de prozas ricas e produção científica e cultural. No entanto, o que hoje eu vejo são apenas negros e mestiços, que entram por COTA, PROUNI e FIES; ou seja, mesmo com baixo rendimento acadêmico, seja no ENEM ou em qualquer outro Processo Seletivo, estes cotistas, negros pobres, conseguem entrar na UNICARIOCA, por completo desmérito, com aquele velho pretexto da “dívida histórica” que a comunidade afrodescendente tanto clama.

https://www.facebook.com/kathleem.barbosa |Trafica drogas na Unicarioca | Kathleem Barbosa | Jornalismo

Não só as cores em si incomodam, mas o comportamento dos mesmos. Não conseguem viver sem se portar como seus ancestrais macacos; ficam tirando selfies, interrompendo a aula, formando grupos para gazetar aulas e deixar os professores a sós na sala, forçam saída mais cedo, usam a UNICARIOCA como point para dar “rolézinhos” e fumar maconha, que, por sinal, é descaradamente vendida por lá. A Unicarioca de hoje se tornou uma boca de fumo e senzala gigantesca para abrigar toda pária social.
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