Marielle Franco, um presunto com pedigree

Marmitas de bandido também conseguem ganhar projeção política. É o que se aprende com a história de Marielle Franco: uma ativista negra, bissexual e do tipo que poderia tranquilamente ser encontrada batendo bumbo para atrapalhar alguma aula em alguma universidade suja brasileira. Mas, graças a uma joint venture do Comando Vermelho com os mauricinhos politizados da Zona Sul do Rio de Janeiro, foi alçada à condição de vereadora e crítica feroz do trabalho da polícia, da proibição das drogas e do decreto que autorizou a intervenção federal na segurança na cidade. Sem dúvida uma história de superação, a história de uma preta que estaria de teta de fora em alguma passeata feminista pilantra mas que ascendeu direto para a posição de ponta-de-lança política para seus fornecedores de pó, dinheiro e ideologia.

Enquanto uma médica branca levava um tiro no meio da cara em alguma viela da “Cidade Maravilhosa” e rumava ao completo esquecimento, Marielle levava seus próprios dois tiros nos cornos e era alçada à condição de mártir de quem consideraria essa mesma médica uma vítima de seu próprios privilégios. Mórbido, não? Enquanto a primeira era enterrada sem qualquer tipo de manifestação do poder público, o presunto da preta era surfado em grande estilo no Congresso Nacional por deputados que esfregavam suas patas e bandeiras vermelhas sentindo o cheiro de sangue de uma vítima perfeita do “golpe”, dos fascistas e das “direitcha”.

A comoção nacional fabricada por quem entende de fabricar comoção nacional e desvio de verbas nos Fundos de pensão, fez com que o assunto transbordasse na imprensa. Papagaios de pirata de todos os matizes e com olhinhos marejados faziam seu malabarismos mentais para ao mesmo tempo em que pediam justiça para Marielle, condenar justamente as forças de segurança contra quem a macaca operava. E quando a trama ficou mais densa, com suspeitas de que o próprio tráfico a havia apagado para causar comoção nacional e castrar a intervenção federal na área de segurança no Rio, o caso foi perdendo destaque rapidamente. A heroína dos direitos humanos de ontem, agora não passa de mais uma macaca morta no rodapé de um obituário qualquer. E é melhor que fique por ali mesmo.

 

FONTE ALTERNATIVA PARA CONTORNAR CENSURA DO JUDICIÁRIO: http://telegra.ph/Marielle-Franco-um-presunto-com-pedigree-03-28

[EXCLUSIVO] Assista aqui os 16 vídeos sobre Marielle Franco censurados pelo judiciário

Os militantes de esquerda querem a todo custo esconder a verdade sobre a vereadora  traficante morta por acerto de contas de Comando Vermelho. Segundo o Processo: 0066013-46.2018.8.19.0001 o Youtube está obrigado a retirar 16 vídeos que falam a VERDADE sobre a vereadora Marielle Franco e a DRCI/PCERJ em mais um desserviço vai investigar os autores do vídeo.

 

Como o Rio de Nojeira mata os BOs no peito e eu GOZO DE IMPUNIDADE trago com exclusividade o processo de censura assim como todos os vídeos.

OBS: O próprio riodenojeira está censurado no Brasil por alguns provedores, sendo assim caso queira compartilhar o link avise para todos usarem alguma VPN ou um proxy, como o https://www.proxysite.com/.

 

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[EXCLUSIVO] – Fotos da vereadora Marielle Franco morta

Com exclusividade compartilho as fotos dos corpos da vereadora Marielle Franco e de seu motorista momentos após o atentado. As fotos foram enviadas para o Rio de Nojeira com exclusividade pela juíza GISELE GUIDA DE FARIA da 11ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

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Vereadora Marielle Franco foi morta por acerto de contas do Comando Vermelho, facção que a elegeu como vereadora!

LEIA, ENTENDA E USE A CABEÇA DESSA VEZ.

Morar no subúrbio do Rio tem suas vantagens. Em menos de 48 horas após a execução da Vereadora, a versão que circula em todas as áreas de favela (local onde o mundo real acontece), é praticamente um consenso:

O crime tem autoria e motivação bem definidos.

AUTORIA – Facção Comando Vermelho

MOTIVAÇÃO – Represália ao posicionamento da Vereadora que saiu em defesa da Comunidade Acari, controlada pelo Terceiro Comando. Alguns dias atrás a Vereadora denunciou “abusos” das forças armadas em Acari. O simples fato de ela sair publicamente em defesa de uma comunidade controlada por uma facção rival, provocou ira dentro do CV, sendo tal postura considerada uma traição de morte no código de “honra” da organização.

Basicamente, o que se comenta (inclusive já existem áudios circulando na internet) é que o CV financiou a campanha da Vereadora e a mesma deveria assumir “compromissos exclusivos” em favor da facção, ao invés de fazer discurso político favorecendo seu concorrente, no caso o terceiro comando que controla Acari.

Se todos tivessem seguido o meu humilde conselho, quando fiz um apelo para evitarmos falar bobagens, tirar conclusões precipitadas e usar o cadáver da moça para fazer palanque ou ficar debatendo feito criança no facebook, as pessoas sérias e interessadas na verdade dos fatos, estariam agora com total credibilidade para pautar o que talvez seja a elucidação mais factível do ocorrido.

Só que no meio de tanta babaquice e discussões no momento errado, agora o nosso esforço para desmascarar a narrativa plantada pela hegemonia dominante será muito maior.

Nos resta portanto, pressionar TODOS os veículos de comunicação, OAB, Entidades de DH, ONGs, e todos os seus representantes públicos, para manterem o mesmo empenho na apuração dos fatos ainda que seja confirmada a hipótese de acerto de contas entre facções, bem como o envolvimento do PSOL no recebimento de valores oriundos do tráfico. Vamos ver se essas entidades terão a dignidade de se retratarem publicamente, retirando essa morte do colo das forças de segurança.

Cabe a cada um de nós também deixar claro para amigos e seguidores que essa hipótese de motivação e autoria do próprio tráfico já está sendo investigada pelos serviços de inteligência. Se confirmada a versão, isso devastará por completo o que ainda resta de mídia nesse país, carregando com ela todos os agentes propagadores da mentira, da cafajestagem e da política rasteira.

A bem da verdade, essa gente já sabe que caminha a passos largos ao encontro da própria sepultura no próximo dia 7 de outubro. Até consigo compreender essas ações cada vez mais desesperadas de quem sabe que o fim da linha está próximo.

 

FONTE ALTERNATIVA PARA CONTORNAR CENSURA DO JUDICIÁRIO: http://telegra.ph/Vereadora-Marielle-Franco-foi-morta-por-acerto-de-contas-do-Comando-Vermelho-fac%C3%A7%C3%A3o-que-a-elegeu-como-vereadora-03-17