O fracasso dos negros haitianos e a importância da raça no processo civilizatório

Em 1950, após os eventos da Segunda Guerra Mundial, antropólogos, biólogos e outros especialistas reuniram-se em Paris para declarar que as diferenças genéticas entre os povos não são fator determinante para o desenvolvimento civilizatório. Diante de uma afirmação tão forte, esperava-se que algo além de apelo a autoridade fosse oferecido pelos cientistas reunidos na Unesco, mas a explicação passou a ser aceita como dogma pela comunidade científica sem maiores análises, sendo posteriormente defendida contra os poucos recalcitrantes através de apelo emocional e terror psicológico.

Resta apenas a questão — haveria alguma maneira de verificar se tal teoria corresponde a realidade? Obviamente que sim, nenhuma manipulação, por mais adeptos que possua, é capaz de se sustententar diante de fatos contrários. No artigo de hoje confrontaremos esses fatos incômodos contando um pouco da história da antiga colônia francesa de São Domingos, conhecida atualmente por Haiti. Nele veremos como a dominação negra transformou a mais rica colônia do Novo Mundo no país mais pobre da América Latina e ao mesmo tempo ficará demonstrado que o negro volta ao seu natural estado selvagem se deixado sem a supervisão branca.

Descobrimento e período glorioso

Quem vê o Haiti de hoje sofrendo por causa da miséria, precisando recorrer à ONU para receber ajuda contra terremoto, não imagina que enquanto o território estava sendo gerido pelos brancos, era uma colonia próspera que contava com infraestrutura de causar inveja até em países europeus da época.

O Haiti foi descoberto por Colombo em 1492. Depois dos espanhóis se livrarem dos nativos americanos (1512), eles importaram escravos africanos para trabalharem na plantação. Em 1697, a Espanha cedeu o que é agora o Haiti para a França. Por volta de 1770, o Haiti ultrapassou as outras colônias francesas do Caribe em matéria de riqueza. As exportações de açúcar superaram qualquer outro território no mundo, somente o Haiti fornecia à França todo o consumo interno, os excedentes eram vendidos por enormes lucros. O solo do Haiti era fértil, extenso e irrigado, suas plantações bem geridas.

Até 1789 o Haiti era a glória das colônias francesas, a colônia mais rica do mundo, tão rica que passou a ser conhecida como “A Jóia do Caribe”. O autor e historiador Bernard Diederich escreveu sobre a riqueza do antigo Haiti: “A prosperidade da colônia era tal que em matéria de dólar suas importações e exportações superaram os Estados Unidos no ano em que George Washington tomava posse para o seu primeiro mandato como presidente”.

Controlado pela França, a colônia possuía tudo o que se pode esperar de nação civilizada. Contava com um governo constitucional com deputados eleitos pelo voto do povo, um senado, uma legislação avançada. Em se tratando de infraestrutura, tinha estradas, energia elétrica, escolas e igrejas. Na extremidade ocidental se localizava a cidade de Cap François, que possuía belos edifícios públicos e teatros de pedra e tijolo, o lugar chegou a ser conhecido como “A Paris das Antilhas”.

Mas toda essa prosperidade estava prestes a acabar…

A revolução negra

Em 1789, a Revolução Francesa derrubou o rei e proclamou a doutrina da “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”. Esses acontecimentos tornavam iminente a revolta dos escravos haitianos. Em 1791 o governo da França aprovou uma legislação para eliminar progressivamente a escravidão em suas colônias do Caribe e conceder cidadania aos ex-escravos. Só que em vez de se tornarem cidadãos, a população negra assassinou todos os brancos e pardos que não conseguiram fugir a tempo.

As histórias dos sobreviventes eram de arrepiar. Os homens foram imediatamente agredidos até a morte, as mulheres foram violentadas por seus escravos, antes de serem torturadas e mortas juntamente com seus filhos. Em alguns casos, as mulheres foram jogadas em cima dos corpos de seus maridos, pais ou irmãos, em seguida, estupradas. A selvageria era generalizada.

Embora violenta, devemos admitir que em todas as raças, quando aparece a oportunidade de um grupo ressentido se vingar daqueles que são considerados seus opressores, as atrocidades foram quase uma constante. Em 3 de fevereiro de 1794, o governo revolucionário francês oficialmente aboliu a escravidão e declarou cidadãos todos os negros haitianos. Sem a presença dos brancos, o Haiti tornou-se a primeira República governada por negros em 1804. Será com os pretos no poder que poderemos fornecer indícios da importância genética da raça em relação à cultura.

O Haiti governado pelos negros

Com uma população predominantemente negra e governantes negros, o Haiti se tornou uma nação corrupta, miserável e violenta. Hoje, todas as suas cidades são favelas em ruínas, não há fazendas comerciais para alimentar a nação assolada pela AIDS. As florestas foram devastadas. A pobreza afeta os haitianos em muitos aspectos da vida cotidiana, incluindo nutrição, habitação, ambiente, educação, saúde e mortalidade infantil. Se antes o Haiti era comparável a países europeus, hoje é um verdadeiro país africano nas Américas. A extremidade da situação impede a qualquer pessoa racional considerar que o fim da escravidão ajudou a gente do Haiti.

Os pretos voltaram a se comportar como seus ancestrais africanos, toda a infraestrutura e técnicas herdadas dos europeus se perderam. Sem outras etnias para culpar, a população mergulhou em guerras civis e hoje a nação é dominado por gangues. Imigrar para territórios brancos e pedir ajuda internacional se tornaram as únicas esperanças. Se comparados com colonos brancos que passaram por situação semelhante, por exemplo, os norte americanos que superaram economicamente a metrópole Inglaterra, ou mesmo Brasil, Argentina, Uruguai e outros países da América Latina onde os brancos permaneceram como a classe governante, não há como negar a importância da raça para o estado civilizatório de um povo.

Considerações finais

O relato até aqui já se mostra suficiente para provar o que foi proposto, porém, será de grande utilidade adiantar algumas possíveis colocações.

Diante da incontestável presença dos fatos, os afrocentristas apelam para falácias que se apoiam na obscuridade do passado distante, sendo a mais comum a de que a antiga civilização egípcia era formada por negros. Ignoram que no simpósio realizado pela própria UNESCO em 1974 a Hipótese do Egito Negro foi rejeitada por 90% dos delegados. Dotados de uma mente capaz de conviver com as maiores contradições, esses negrófilos passam da ideia de que o preto precisa de benefícios uma vez que foi vítima histórica das outras raças por séculos de economia escravagista à defesa do negro poderoso, capaz de erguer os maiores impérios, inclusive escravizando caucasianos e orientais por milênios. Certo é que tais apologistas não estão dispostos a indenizar os povos explorados durante a construção das pirâmides a fim de sustentar suas mentiras.

Oficiais egípcios (brancos) contando escravos de guerra núbios (pretos). Tumba de Horemheb da dinastia XVIII em Memphis.

Falemos a verdade aos negros, todas as páginas de samba e funk não valem duas linhas de Mozart, a “filosofia africana” completa não se compara a uma única inspiração de Aristóteles, nem a macumba desenvolvida por centenas gerações pelos pretos se iguala a um simples remédio para resfriado desenvolvido pela ciência dos brancos. As exceções, os “negros que foram alguma coisa”, se tratam de indivíduos que viveram sob a cultura de outras raças, por isso devendo tudo as mesmas. Se algum mérito possuem, foi o de abandonar sua natureza selvagem para imitar os de genética superior.

Para chegar a essa conclusão não é preciso discutir o DNA de povos antigos, basta verificar o que acontece quando há a convivência entre as raças na mesma sociedade, ou examinar a conduta dos pretos quando chegam ao poder, como fizemos hoje no caso do Haiti. Os negros tiveram sua chance, conquistaram um território onde havia o que há de mais moderno em matéria de cultura e tecnologia, mas jogaram tudo no lixo para retornarem ao comportamento animal.

 

FONTE ALTERNATIVA EM CASO DE CENSURA DO JUDICIÁRIO: http://telegra.ph/O-fracasso-dos-negros-haitianos-e-a-import%C3%A2ncia-da-ra%C3%A7a-no-processo-civilizat%C3%B3rio-03-09

Autor: ricwagner1 (Certified Hitman)

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4 pensamentos em “O fracasso dos negros haitianos e a importância da raça no processo civilizatório”

  1. Quando pela primeira vez um europeu comprou um escravo na África, já fazia um milênio que os habitantes daquele continente eram aprisionados, escravizados, vendidos e capados pelos muçulmanos, e dois milênios pelas próprias tribos e nações negras. Durante todo esse período, jamais se revoltaram em massa e não consta sequer que a idéia de abolir a escravatura tenha passado pelas cabeças, seja dos senhores, seja dos próprios escravos. Trazidos para o Ocidente, ao fim de dois ou três séculos estavam todos libertos e a noção mesma da escravidão condenada como crime hediondo. Não mostram nenhum ressentimento contra seus antigos escravizadores negros e muçulmanos, mas um ódio crescente contra os brancos ocidentais, e a idéia de exterminar por completo a raça branca começa a parecer bem razoável a muitos intelectuais e líderes negros na América.

    Se não há algo de monstruosamente errado em tudo isso, não sei o que significa a palavra “errado”.

  2. Vou denunciar todos vocês, isso é uma discriminação enorme. Animais têm o direito a vida, mesmo que miserável(de preferência enjaulados). Por que seria diferente com espécies e sub-espécies humanas?

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